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A amamentação é uma questão dúbia e é sempre importante reforçar que, amamentar não torna a mãe uma mãe melhor ou pior, amamentar tem de ser uma decisão consciente da mãe e deve ser feito com vontade e disponibilidade por parte da mãe. A obrigatoriedade da amamentação e a imposição da amamentação só tornam o processo stressante, retirando todos os benificios para a mãe e para o bebé.

Porém, perante a opção de amamentar é inegável que o leite materno é um alimento completo e natural que permite ao bebé adquirir os nutrientes que necessita para crescer de forma saudável, conferindo-lhe proteção imunológica e prevenindo-o de várias doenças. Para além disso, o gesto de amamentação estimula o desenvolvimento de vários padrões motores e desenvolvimento cognitivo-comportamental do bebé.

As vantagens estendem-se também às mães, à família e ao meio ambiente. A OMS e a Unicef recomendam que a amamentação se inicie na primeira hora de vida e se prolongue de forma exclusiva até aos 6 meses, havendo depois desta altura a introdução de outros alimentos, não sendo porém obrigatório ou recomendável a cessação da amamentação pelo menos até aos 2 anos.

O aumento da amamentação tem o potencial para prevenir quer as mortes anuais em crianças com menos de 5 anos, quer as alterações no desenvolvimento motor e cognitivo dos bebés, bem como prevenir, ao mesmo tempo, cerca de 20.000 mortes anuais por cancro da mama, no caso das mães.

Post Author: vivafisiosaude