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Inicialmente realizadas com pontas de corno, as ventosas foram, com o passar do tempo, substituídas por ventosas de bambu, de cerâmica, de vidro e, mais recentemente, de plástico. As ventosas mais recentes actuam através de um mecanismo de sucção, por meio de uma válvula e uma bomba que ,suga o ar, produzindo uma pressão negativa. Além da China, as ventosas  foram grandemente utilizadas noutras regiões da Ásia, de África e da Europa. Tendo caído em desuso na segunda metade do século XX, foram substituídas por medicamentos. Contudo, a sua elevada eficácia e a ausência de efeitos secundários, justificam amplamente a sua utilização.

A propriedade das ventosas reside na aplicação da pressão negativa local e na posterior descompressão que acontece  após a ventosa ser retirada. A pressão negativa local age principalmente sobre as glândulas, aumentando a sudorese e sobre o Sistema Nervoso Autónomo. Ao ser activado, este sistema activa certas funções orgânicas, sendo também o responsável pelo sono.

A ventosoterapia promove, entre outras coisas, a vasodilatação dos tecidos, remove as toxinas, alivia estados de dor, alivia stress e melhora as insónias. Fortalece ainda o sistema imunitário, retira a febre e as substâncias tóxicas, e promove o relaxamento muscular. Encontram-se contra-indicada na gravidez, em situações de alteração do funcionamento dos órgãos internos, em casos de insuficiência renal, cardíaca e respiratória, em pessoas idosas, patologias da pele, alterações do sistema nervoso, patologias circulatórias graves, edemas e feridas.

Post Author: vivafisiosaude